quinta-feira, 30 de maio de 2019

MEU EU EM RABISCOS


Pensamentos meus




O homem é um espírito impulsivo que por muitas vezes sede as forças do abismo que lhes rodeia, e entra facilmente no inferno só pelo prazer promovido pelas almas mortas que ali habitam.


Somos eternamente crianças em meio a um oceano de existência onde estamos continuamente apreendendo, e reaprendendo a existir, isso nos faz crer no melhor que estar por vir.


Não existe melhor psicotrópico mais eficiente contra a tristeza da alma, que jogar conversa fora, que contemplar a natureza, ouvir os pássaros (a), nem nenhum calmante relaxe mais do que um carinho.


Hoje

Se eu pudesse fazer algo diferente se eu pudesse escolher queria um dia todo para mim, andar descalço,  tentar cantar uma musica, brincar com um Karaokê, desfrutar do que tenho e sonhar, sonhar  com o que ainda posso alcançar, coisa que não é um privilegio mais uma necessidade, tomar um bom banho, ver um bom filme, tomar um vinho, e seguir, ir ,além do posso tocar.


Ir para onde eu me recupere, para meu quarto secreto  entrar profundamente na área de preservação emocional, meu QG, minha base, meu front, lugar que me declaro para mim mesmo(a), que converso comigo, que me escuto, este lugar raramente tenho tempo para freqüentá-lo mais quando consigo chegar lá, faço-me um bem enorme.






Eu amo a vida, porém acredito que muitos como eu já em algum momento sentiu o desejo de reescrever á própria história, seria possível fazer correções?

Como passar uma borracha naqueles momentos que sentimos que falhamos como redigitar o que já foi escrito, como reprogramar, seria de fato necessário fazer isso?

Eu diria, não, da mesma forma que os acertos nos proporcionam experiências valiosas, os erros também, eles nos leva a refletir sobre o que seria considerado importante para uma existência no intuito da reeducação, criar a possibilidade de formarmos valores, e especialmente de reconhecer as causas negativas de um erro.

Somos eternamente crianças em meio a uma existência onde estamos continuamente apreendendo, e reaprendendo a existir.

Jorge A. Barbosa


Autor: Jorge Avelino Barbosa






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