Seria minha minha culpa, minha máxima culpa por ter uma vida quase que medíocre, uma vida vegetativa comendo bebendo e esperando acontecimentos que nem sempre são favoráveis, bom, assim caminha uma considerável parte da humanidade, tendo como o grande projeto de suas pobres vidas, comer e dormir.
Outros viciados pelos embrulhos
filosóficos e religiosos pedem a Deus um resultado que quase não trabalham para
ter, vivem do peso de viver, o que era para ser a alegria por existir e trazer a existência, torna-se um fardo, viver para alguns é na verdade
uma forma de condenação perpetua já que sua ineficiente vida só o leva ao encontro da sua verdadeira imagem de derrotas e frustrações.
Muitos de nos infelizmente, se
vem na imagem deixada no vaso sanitário, mesmo que tudo lhes prove o contrario,
não acham nenhuma importância na existência atual reflexo de uma vida vazia,
sem projeto algum, baseando-se na preguiça.
Facilmente se identifica um insatisfeito,
enquanto todos pedem vida e trabalho, ele pede a Deus para que destrua o mundo
o mais rápido possível, ainda alega o que ele esta esperando para acabar com
este planeta de descaso, todos querendo desafios ele achando que os desafios é
uma condenação para si próprio. O preguiçoso não tem uma visão de que somos
criados para o aprendizado, que os desafios existem para nos capacitar uma
existência melhor e mais digna.
Somos abastecidos pelos alimentos
que se se transformam em energia, porém movidos por uma força que nos leva a
superação dos nossos próprios limites, a luta constante cansa a alma, mais
agrega poder ao espírito.
Não existiria homens sem que antes não tivessem sido
meninos, a razão maior da existência da raça humana é uma seqüência clara dos
fatos, onde alguns se escravizam por suas próprias escolas, e vivem uma
subvida, outros viram a plena realização
como senhores de suas próprias
conquistas, as quedas não são para nos
limitar a andar, mais para encontrarmos os passos perfeitos nos quais nos darão
sustentação definitiva na caminhada de uma existência altamente pedagógica,
nada é mais que o projeto da vida, nem arquiteto mais perfeito grandioso e perfeito que Deus.
A cautela das ações adquirida
através da reflexão pode proporcionar ao homem uma visão menos complexa dos
resultados que o cerca, assim também poderá entender um pouco mais sobre sua
criação forra de um contexto pobre e fragilizado trazido pelas filosofias
religiosas do século XXI, buscar o entendimento com relação vida humano e suas
complexidades, nos permite viajar nas possibilidades inúmeras deste projeto
fabuloso chamado de vida humana.
A
culpa, um sentimento avassalador, corrosivo que para alguns limita totalmente a
reação humana, para outros um sentimento facilmente anulado, a sensibilidade e
insensibilidade descrê com exatidão estes diferentes modelos de pessoas, mais
uma coisa é certa ambos, nos permitem uma observação quase que completa da
quilo que queremos para como estímulos a serem seguidos, somos atraídos pela
insensibilidade ou nos identificamos com a sensibilidade que torna a pessoa
mais humana, quem é você, quem somos, estamos bem com nossas escolhas?
Existe
algum sinal que nos impulsiona a mudar, ou a continuar, a vida desenvolve
códigos e precisamos estar atentos a leitura deles, seja qual for o caminho por
nos escolhido, os sinais da vida sempre estará a nos mostrar para que lado o
ponteiro da bússola esta apontado, o problema é que gradativamente o ser humano
esta criando técnicas para se anular, matando sensibilidades essências para uma
existência sadia, e se tornando pessoas robotizadas, pessoas mortas ainda em
vida, e o mais grave, uma geração frágil,
sem poder de superação, moldada para viver momentos e não para construir
histórias,
Atualmente vivemos como pobres humanos dependente de uma
provação alheia quase sempre vindas de mentes destruídas por feridas abertas que nunca foram
tratadas coma devida atenção.
A
feridas abertas são camufladas, escondidas em partições vazias da mente,
enquanto sobra espaços para tantas outras serem abertas, uma existência
descartável, extremante precisada de vida real, mais que se alimenta de
pequenos estados de falsas sensações.
Consumismo,
materialismo, e superficialismos, são atributos usados 24 horas pela nova
geração concebida e formada na incubadora do sistema programado com extrema
eficiência para gerar miseráveis.
Uma
miséria que alimenta algumas, e que mata inúmeras vitimas inocentes privadas da
oportunidade de agir e existir privados da vida pelo atual sistema sem culpa, programa
alguns para morrer sem nunca terem vividos, para que outros vivam na extrema
luxuria, pobres miseráveis que a nunca coisa a possuir são bens perecíveis.
