sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Protesto dos Moradores do Jardim Verdejante CG-PB

Moradores do Jardim Verdejante em Campina Grande fazem movimento em protesto aos inúmeros acidentes que vem vitimando pedestres e motoristas na BR 130 alça Sudoeste travessia do jardim verdejante.

Neste local por incrível que pareça esta acontecendo um acidente por dia, são colisões, atropelamentos inclusive com vitimas fatais, como foi o caso de terça feira que vitimou o  motorista de 37 anos depois que um ônibus bateu no carro de passeio que ele dirigia.

 Ele tentava atravessar a rodovia federal, que liga  sentido bairro das Malvinas ao jardim verdejante, (próximo ao Detran-CG)  quando carro dele foi atingido por ônibus que o arrastado por aproximadamente 85m.


A vítima morreu no local e o motorista do ônibus teria fugido sem prestar socorro, segundo informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 O acidente aconteceu por volta das 17h desta quarta-feira (24), próximo ao trevo que dá acesso ao distrito de Catolé de Zé Ferreira, Zona Rural de Campina Grande.











quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Como reconhecer um AVC Importante

(Sintomas de AVC)

Durante o churrasco, Inês caiu.

Queriam chamar uma ambulância mas ela insistiu que estava bem e que só tropeçara por causa dos sapatos novos.

Ela estava um pouca pálida e tremia. Inês passou o resto da noite bem disposta e alegre.
Mais tarde, o marido dela telefonou a informar, que a mulher fora internada no hospital.
Às 23 horas falecera. Ela tinha tido um AVC durante o churrasco. Se os outros soubessem reconhecer os sintomas do AVC, ela poderia ainda estar viva.

Algumas pessoas não morrem logo mas ficam durante muito tempo sujeitas a apoios e numa situação de desespero.

Só demora 1 minuto a ler o seguinte.... 


Como neurologista lhes informo que é possível melhorar completamente os sintomas do AVC e evitar sequelas.

O truque é diagnosticar e tratar a pessoa durante as primeiras 3 horas.
Como reconhecer um AVC?: Há 4 passos que devem ser seguidos para reconhecer um AVC. 


Peça à pessoa para rir (ela não vai conseguir).
Peça à pessoa para dizer uma frase simples (por exemplo: hoje está um dia bonito).
Peça à pessoa para levantar os dois braços (não vai conseguir bem).
Peça à pessoa para mostrar a língua (se a língua estiver torta ou virar dum lado para o outro, é um sintoma).

Se a pessoa tem alguns destes sintomas chamar imediatamente o médico, descrever os sintomas ao telefone.

   Se for possível divulgar estas dicas a um número elevado de pessoas, podemos ter a certeza, que alguma vida - eventualmente a nossa própria possa ser salva.



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Retrato

Vivemos em um pais chamado de Brasil que nos leva ao costume da miséria alheia, á anos  o povo caminha sofrendo a falta de vida, nos acostumamos a ver brasileiros morando de baixo de uma ponte, dentro de um barraco que a qualquer momento pode desabar com a chuva forte da madrugada, quando vimos crianças mendigando o pão se drogando no farol da próxima esquina que cruzamos, vendendo uma bala para comprar um pote de cola buscando matar a sede dos seus vícios, uma mãe que procura no lixo a comida para saciar a fome e da sua cria, um pai que busca na imensidão de uma metrópole como São Paulo, Rio e outras e esperança de voltar a sonhar, quantas famílias já perderam a esperança de viver, e esquecendo inclusive que são gente. 

Quantas desigualdades sociais, porque não ir mais adiante, falar da miséria de comportamento que á gera, de quem é a culpa, nossa, dos nossos representantes, quem tem em si a obrigação de mudar esta catástrofe social que vivemos trabalhando a  serviço da nação. 

Porem na verdade, todos somos culpados destes fatos tão desagradáveis, na mal escolha de um representante para nosso pais, de um vereador, prefeito, deputado, senador, para representar um município, um estado ou um pais,  quando fugimos de discutir ou cobrar reivindicações importante para melhorias do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso condomínio e etc. 

Quando nos comportamos como verdadeiros animais irracionais, jogando o lixo nas ruas e avenidas pelo vidro do carro, contribuindo para entupimentos das galerias que evacua a água causando as enchentes e proliferando pragas e doenças,  vejam que temos nossa culpa em quase tudo que vivemos, quantas vezes vemos uma família nas ruas e nem buscamos ajudar e quando não já os jugamos de bandidos e mal feitores,  quantos profissionais poderiam de forma gratuita promover espaços para recuperação especialmente dos inúmeros jovens que se drogam sem perspectiva alguma, e em vês de serem tratados como viciados dependentes químicos como é a burguesia, a preconceituosa sociedade e a  lei projetada para prender pobres os trancam como traficantes, e jogam dentro de FEBEM, ou presídios de grandes portes como criminosos de alta periculosidade. 

E assim vai, vejam que construímos na verdade o sistema que temos, é assim torna-se muito cômodo, culpar ele, ou ela, ou seja quem for, ou qualquer um que sejam, isso ou aquilo torna-se o alvo imediato, tirando da gente a culpa que realmente temos, embora sabemos que a classe política retém sobre si uma boa parcela de culpa por todo este desmando que vivemos, em vês de estarmos apontando os culpados deveríamos apreender a reagir, devemos urgentemente  entender que além da falsa democracia que forca ao voto, os eleitos e supostos representantes do povo, representa apenas seus próprios interesses, para nossa frustração diária

Por; Jorge A.Barbosa 


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Utilidade Publica




O criador do Blogger concede entrevista  à TV Itararé na Cidade na Campina Grande PB cobrando providências para se evitar os inúmeros atropelamentos e colisão entre veículos na travessia da BR 230 alça sudoeste por falta de sinalização especifica no local.

Este local tem sido infelizmente senário de vários acidentes com vítimas fatais mesmo com índices consideráveis de acidentes, nenhuma providencia foi tomada por parte do órgão competente.

 As fotos a baixo trata-se de um grave acidente ocorrido no local citado nesta  matéria á 03 dias após sua exibição na TV Itararé.

Os nomes das vitimas não foram citados para evitar a exposição, embora exibimos as imagens para que, através delas haja a conscientização dos responsáveis afim das providencias cabíveis ao assunto.













quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O melhor da informação é sempre a verdade

Eu diria, fomos enganados, a vida toda, teríamos nos nós criamos sobre falsos fundamentos? E assim como toda mentira, iremos desaparecer sem a mínima possibilidade de desenvolvermos questões como a imortalidade física por exemplo.


No final das contas, uma única verdade e uma duvida, existiremos para não mais existir?, E o fundamentos disto, ainda não nos foi revelado?...


Não confunda a verdade, mais neste momento ela pode até soar como uma forma de desesperança, porem, é a única verdade que temos ate o momento.




Por Jorge A. Barbosa


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Porque nos tormamos tão diferentes


Unitermos: Pai. Relações Pai-Filho. Relações Familiares. Família











Por;Jorge A. Barbosa 

Esse artigo tem como objetivo entender as relações no interior da família e a instituição casamento frente à perspectiva da mudança de século, que envolve a percepção das transformações ocorrentes na sociedade pós-moderna, sejam elas de caráter econômico, social ou psicológico.

A onde erramos?  Onde falhamos, porque nos perdermos tanto de vista, esta é a pergunta que caberia a todo pai e mãe do século XXI, filhos (a) tão diferentes do que fomos, filhos (a) tão egocêntricos, meticulosos, pobres de caráter e acima de tudo, tão frágeis de personalidade  que não conseguem nem mesmo responder pelos seus erros, vivem descartando a importância dos pais, anulando-se do circulo familiar, trocando por amizades de toda natureza, a mais comum,  amizades virtuais do mundo cibernético organizado,  mais na hora do vamos ver, são os primeiros a correr para o aprisco seguro da família, é dizer meu pai resolve.

Um conceito central na teoria winnicottiana é o de holding ou cuidado materno. Nele o autor enfatiza a importância da mãe (e da família) como modelos de transição para a entrada do indivíduo num círculo social imediato e ir caminhando para círculos cada vez mais amplos, como a política, a religião e a própria sociedade.

Assim nos vem a falsa sensação de ao vez de estarmos sendo amados como pai que somos, na verdade nos sentimos usados para que por nossos esforços venhamos a promover o bem estar da prole que por nos veio ao mundo, mais em nenhum momento serão nossos, crescem e desenvolvem-se para seus próprios interesses, anulam-se da satisfação familiar, e criam seus próprios universos mesmo que desta forma estejam gerando um universo de frustrações tornando-se no futuro bem próximo, colecionadores de derrotas.

Vivemos numa sociedade onde tudo se processa num ritmo rápido e alucinante, com ênfase no visual e sonoro, e onde o hábitat silencioso é um fato do passado. A cultura do descartável, impulsionada pela máxima do consumismo, passa a ser um modelo que também influenciará os relacionamentos.

Seria por isso que os filhos perderam a ideia e conceito de filhos, e pais perderam-se tanto na tarefa de ser pai? O que nos falta, ou o que falta a esta sociedade para que possa elaborar planos de sobrevivência mais robustos e concretos capazes de preservar a existência dos bons costumes, criando gente, ao vez de cascas vazias iguais temos visto.
Que formula milagrosa existiria capaz de renovar a vida que morre, de ressuscitar sonhos ou de trazer de volta uma geração sadia fundamentada no amor, na importância da vida familiar, onde todos os indivíduos de núcleo vencem suas lutas e desafios juntos?

Poderíamos dar algumas respostas da aquilo que acho, mais o importante não é meu diagnostico sobre o assunto, nem minha opinião sobre tal, importante é que sejamos levados ao dialogo e acima de tudo a reflexão, vendo ate que ponto já fomos afetados por este mal, ou se não, que modelo de conceito trabalhamos no meio familiar que tem sido forte suficiente para preservarmos o nosso maior patrimônio.

Ao longo da história, a família ocupou diferentes funções na sociedade. Desde os primórdios, tendo como função básica a manutenção da riqueza e da propriedade, passando pela interferência dos dogmas religiosos, como a indissolubilidade do casamento, no cristianismo, até a inclusão da perspectiva amorosa com a escolha dos parceiros, a família vem sendo um refúgio para um mundo sem coração nas sociedades capitalistas.

Mais hoje, no que se tornou a família, o fardo, ou a benção? Qual a importância dela, ou deste contexto, devemos entender que, se não conseguimos apontar a importância individual de cada componente do grupo (A família) não saberíamos também apontar com exatidão valor do todo.

O homem se torna frágil perante uma sociedade competitiva e estressante, na qual vai se lhe tornando cada vez mais difícil desempenhar o papel de provedor da família, e não somente pela disputa da mulher no espaço externo ao lar, mais acima de tudo por ser deletado de sua devida importância neste século pós-moderno.

Faltaria amor, Disciplina? Ora, mais não seria correto, a meu ver se ter respeito ou o fato de se ter amor por alguém, vem de forma gratuita,  jamais funcionaria vindo pela imposição, o amor é natural, não existe como forçar a alguém a amar, da mesma forma o respeito, jamais existiria pela força do braço, estes sentimentos crescem no coração humano  quando se é reconhecido a importância do ser amado.

Esta matéria não é conclusiva, ela é uma reflexão, logo que alguém ler, será arremetido para suas lembranças, e acima de tudo a um questionamento sobre os danos já causado a família e de que forma existira uma reação a fim de recuperar-se em meio a todo este efeito devastador que vem matando a família e sua historia na sociedade considerada pós-moderna.


Finalizando esta crônica trago-me a mente a dissertação deste gênio da literatura Brasileira (Mário Quintana)
  


Por acaso, surpreendo-me no espelho: que é esse Que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, teu rosto... é cada vez menos estranho... Meu Deus, meu Deus... Parece Meu velho pai – que já morreu! Como pude ficarmos assim? Nosso olhar – duro – interroga: “O que fizeste de mim ?” Eu, pai? Tu é que me invadiste, Lentamente, ruga a ruga... Que importa!? Eu sou ainda Aquele mesmo menino teimoso de sempre E teus planos enfim lá se foram por terra. Mas sei que vi, um dia – a longa, a inútil guerra! Vi sorrir, nestes cansados olhos, um orgulho triste... (Mário Quintana)

VIDAS VAZIAS

MEU EU EM RABISCOS