Queria dizer algo que te motive a viver com graça e desejos, que te ajude a se descobrir.
A você que sempre ler meus textos, porém, infelizmente não tenho palavras que seja tão forte quanto dizer, esse poder não vem de mim, vem de dentro de você, este poder que dá plenas condições de estar vivo(a) não provém de fontes externas, nem de qualquer técnica de motivação pessoal, ela vem através da fé, de como você tem se possionado diante da vida.
Este poder é o que te leva á superação da dor física e emocional, que te estimula ao recomeço; é seu, existe em você, desde que te foi gerado(a) por isso digo, olhe-se no espelho, e veja que, por mais que em alguns momentos você sinta-se que esta desaparecendo, falecendo em seu interior, a imagem que você vera refletida te dirá o contrário.
O reflexo da sua imagem pode até mostrar um rosto cansado, todavia vivo(a) e a vida é nossa maior esperança, e o maior milagre para hoje, se você lutou até hoje, lute mais, tente mais um pouco, viva mais, abrace mais, beije seus amores com a mesma intensidade como beija uma flor, e descubra-se, tenha fé, tenha coragem para mudar não apenas o guarda-roupa, mais á mudar toda rotina que te mata em vida.
- Quando estiver triste e for preciso chorar, chorar, e não apenas lave o rosto com água, chore tudo que precisa chorar, sem ter vergonha de você, e depois lave sua alma com as águas do amor próprio, não espere o amor alheio, ele não vem, procure-o vá ao encontro dele, especialmente o amor que te ajuda sempre e levantar a cabeça.
- Se preferir saia do seu campo de atuação, vá ao cinema, pare em uma praça de alimentação, observe as pessoas em sua volta, só assim veras que a vida não para, ela se renova e enquanto alguns choram outros riem, é assim, uma continuidade de fatos é o processo natural das coisas, não uma condenação ou castigo imposto por Deus contra sua pessoa.
- E lembre-se, não existe melhor psicotrópico mais eficiente contra a tristeza da alma que jogar conversa fora com o amigo(a), nem nenhum calmante que relaxe mais que um carinho.
Texto de Jorge Barbosa
