sexta-feira, 3 de agosto de 2018

A CULPA














Seria minha minha culpa, minha máxima culpa por ter uma vida quase que medíocre, uma vida vegetativa comendo bebendo e esperando acontecimentos que nem sempre são favoráveis, bom, assim caminha uma considerável parte da humanidade, tendo como o grande projeto de suas pobres vidas, comer e dormir.

Outros viciados pelos embrulhos filosóficos e religiosos pedem a Deus um resultado que quase não trabalham para ter, vivem do peso de viver, o que era para ser a alegria por existir e trazer a  existência, torna-se um fardo, viver para alguns é na verdade uma forma de condenação perpetua já que sua ineficiente vida só o leva ao encontro da sua verdadeira imagem de derrotas e frustrações.

Muitos de nos infelizmente, se vem na imagem deixada no vaso sanitário, mesmo que tudo lhes prove o contrario, não acham nenhuma importância na existência atual reflexo de uma vida vazia, sem projeto algum, baseando-se na preguiça.

Facilmente se identifica um insatisfeito, enquanto todos pedem vida e trabalho, ele pede a Deus para que destrua o mundo o mais rápido possível, ainda alega o que ele esta esperando para acabar com este planeta de descaso, todos querendo desafios ele achando que os desafios é uma condenação para si próprio. O preguiçoso não tem uma visão de que somos criados para o aprendizado, que os desafios existem para nos capacitar uma existência melhor e mais digna.

Somos abastecidos pelos alimentos que se se transformam em energia, porém movidos por uma força que nos leva a superação dos nossos próprios limites, a luta constante cansa a alma, mais agrega poder ao espírito. 

Não existiria homens sem que antes não tivessem sido meninos, a razão maior da existência da raça humana é uma seqüência clara dos fatos, onde alguns se escravizam por suas próprias escolas, e vivem uma subvida, outros viram  a plena realização como  senhores de suas próprias conquistas, as  quedas não são para nos limitar a andar, mais para encontrarmos os passos perfeitos nos quais nos darão sustentação definitiva na caminhada de uma existência altamente pedagógica, nada é mais que o projeto da vida, nem arquiteto mais perfeito grandioso e  perfeito que Deus.

A cautela das ações adquirida através da reflexão pode proporcionar ao homem uma visão menos complexa dos resultados que o cerca, assim também poderá entender um pouco mais sobre sua criação forra de um contexto pobre e fragilizado trazido pelas filosofias religiosas do século XXI, buscar o entendimento com relação vida humano e suas complexidades, nos permite viajar nas possibilidades inúmeras deste projeto fabuloso chamado de vida humana.


A culpa, um sentimento avassalador, corrosivo que para alguns limita totalmente a reação humana, para outros um sentimento facilmente anulado, a sensibilidade e insensibilidade descrê com exatidão estes diferentes modelos de pessoas, mais uma coisa é certa ambos, nos permitem uma observação quase que completa da quilo que queremos para como estímulos a serem seguidos, somos atraídos pela insensibilidade ou nos identificamos com a sensibilidade que torna a pessoa mais humana, quem é você, quem somos, estamos bem com nossas escolhas? 

Existe algum sinal que nos impulsiona a mudar, ou a continuar, a vida desenvolve códigos e precisamos estar atentos a leitura deles, seja qual for o caminho por nos escolhido, os sinais da vida sempre estará a nos mostrar para que lado o ponteiro da bússola esta apontado, o problema é que gradativamente o ser humano esta criando técnicas para se anular, matando sensibilidades essências para uma existência sadia, e se tornando pessoas robotizadas, pessoas mortas ainda em vida, e o mais grave, uma geração frágil,  sem poder de superação, moldada para viver momentos e não para construir histórias, 

 Atualmente vivemos como pobres humanos dependente de uma provação alheia quase sempre vindas de mentes destruídas por feridas abertas que nunca foram tratadas coma devida atenção.

A feridas abertas são camufladas, escondidas em partições vazias da mente, enquanto sobra espaços para tantas outras serem abertas, uma existência descartável, extremante precisada de vida real, mais que se alimenta de pequenos estados de falsas sensações.

Consumismo, materialismo, e superficialismos, são atributos usados 24 horas pela nova geração concebida e formada na incubadora do sistema programado com extrema eficiência para gerar miseráveis.

Uma miséria que alimenta algumas, e que mata inúmeras vitimas inocentes privadas da oportunidade de agir e existir privados da vida pelo atual sistema sem culpa, programa alguns para morrer sem nunca terem vividos, para que outros vivam na extrema luxuria, pobres miseráveis que a nunca coisa a possuir são bens perecíveis.







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